Arquivo da categoria ‘versos’

Passionis Ad Infinitum

Publicado: 14/11/2012 em versos

Antecipo sua falta

Amargo saudades

Aceleram-se os dias

Aproxima-se o fim

Alento procuro, mas

Afogado na paixão

Aturdido, me entrego

Amar-te-ei em cada segundo

Após o ultimo…

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Avoid

Publicado: 24/05/2011 em versos

Minhas desculpas de nada valeram. Ver seu olhar fugindo do meu, com um misto de desprezo e vergonha, acabaram logo pela manhã com o que poderia ser apenas um dia normal, atormentando-me até agora. Escrevo isso para não esquecer de esquecer as esperanças de você, para quem sabe um dia parar com esta paixão cega por cada garota que me dá um pouco de atenção…

Mendigo

Publicado: 04/11/2010 em versos

Dias sem te ver, desejando seus olhos, sua boca, seu amor. E tudo que você me dá são migalhas de carinho. Grãos que não saciam minha fome de você.Neste jejum interminavel o que me sustenta são sonhos em que me farto em sua presença, me afogo numa paixão maior que a minha.Quão longe está a cruel realidade desperta na qual imploro por mais tempo, por mais beijos, por mais romance…Silencio porem por medo de perder suas parcas, mas doces esmolas de amor.

Sem

Publicado: 05/03/2009 em versos

Sem forças
Sem coragem
Sem esperança
Apenas dor
Apenas raiva
Apenas lágrimas
Sangrando
Morrendo
Chorando
Até quando
Vou insistir nos
Mesmos erros?

Celofane

Publicado: 04/03/2009 em versos
Hesitante, mas convicto
Engoli meus meus temores
A troco de sua indiferença
Não é amor
É vingança
É o seu castigo pela minha dúvida
Quebrado
Pequeno
Invisivel

Quase

Publicado: 26/02/2009 em versos

“Ainda pior que a convicção do não,
e a incerteza do talvez,
é a desilusão de um quase!

É o quase que me incomoda,
que me entristece,
que me mata
trazendo tudo
que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades
que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo,
nas idéias que nunca sairão do papel
por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes,
o que nos leva a escolher
uma vida morna.

A resposta eu sei de cor,
está estampada na distância
e na frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos “bom dia”,
quase que sussurrados.

Sobra covardia
e falta coragem até para ser feliz.
A paixão queima,
o amor enlouquece,
o desejo trai.

Talvez esses fossem bons motivos
para decidir entre a alegria e a dor.
Mas não são.
Se a virtude estivesse mesmono meio-termo,
o mar não teria ondas,
os dias seriam nublados
e o arco-íris em tons de cinza.

O nada não ilumina,
não inspira,
não aflige nem acalma,
apenas amplia o vazio
que cada um traz dentro de si.

Preferir a derrota prévia
à dúvida da vitória
é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Para os erros há perdão,
para os fracassos,
chance,
para os amores impossíveis,
tempo.

De nada adianta cercar
um coração vazio
ou economizar alma.

Um romance cujo fim
é instantâneo ou indolor
não é romance.

Não deixe que a saudade sufoque,
que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e
acredite em você.
Gaste mais horas realizando
que sonhando…
Fazendo que planejando…
Vivendo que esperando…

Porque,
embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu…”

Dilema – Parte II

Publicado: 24/02/2009 em música, versos
Movido pela urgência,
Busquei os olhos que me fazem tremer
Amargando o vazio de não vê-los mais
Me desesperei
Ao ver o sorriso que me faz rir
Perdido e quebrado
Preciso decidir
Qual sonho quero viver
Mas não quero
Ter que ver um acabar

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Dilema

Publicado: 22/02/2009 em versos
É como se estivesse num sonho,
temendo que um repentino despertar me traga de volta a Terra
Uma doce ilusão
onde meu amor se divide entre um sorriso que me faz rir e um olhar que me faz tremer

Igualmente irresistíveis
oscilo minha convicção a cada palavra, gesto e pensamento
Meu coração que nunca teve alternativas
agora se delicia com a dúvida

Nova

Publicado: 17/02/2009 em versos
Seu perfume me entorpece,
Dopa meu remendado coração de esperança
Será destino ou apenas o acaso ?
Ela se tornou minha nova obssessão
É o preço que se paga por sorrir a um sonhador

Silente

Publicado: 05/10/2008 em versos

Tempo, muito tempo depois eles finalmente se encontraram
Agora não mais protegidos pela distância daquilo que os uniu
Tanto tempo,
tantos sentimentos engasagados na garaganta
que se afogaram no silêncio da timidez
Porque tudo parece mais fácil com o resto do mundo?