Arquivo de junho, 2011

Oi.

Minhas férias enfim começaram: sem Exames, DP’s ou pendências (pelo menos no campo acadêmico), estaria teoricamente livre para colocar meus filmes, games, livros e amizades em dia, porem eis que eu ganho um segundo trabalho. Sim, senhores: eu, o vagabundo master tenho agora dois empregos, quer dizer, estão mais pra bicos, anyway…

Penso em começar a dar aulas a partir do próximo semestre, como professor substituto de fundamental, só pra ir pegando as manhas e começar a aplicar algumas idéias que venho pensando ultimamente. Também já escolhi o tema do meu TCC: Roleplaying Game e a Pedagogia da Imaginação, será épico!

Falando em RPG, recentemente adquiri meu primeiro livro de WoD: o próprio Mundo das Trevas, livro básico do Sistema Storytelling e cara, é muito, muito bom! Não é um livro cheio de regras, tabelas e equações malucas, é um guia de ambientação para criar aventuras de horror e suspense a la Lovecraft. Pretendo montar uma mesa em breve. Inscrições abertas…

Dia desses,  fui assistir X-Men First Class. Todos sabem o quão desanimado fiquei com THOR. Well, mesmo sabendo do retorno de Brian Singer à produção e da direção de Matthew Vaungh, o hype não me pegou: achei os posters fracos, trailers animadinhos demais, mas eis que ele estreia e BANG: todos começaram a falar do quanto o filme é foda, e a critica começou a me empolgar. As expectativas subiram lá no espaço e First Class chegou junto.  O filme é putaqueparivelmente perfeito: não como um filme de supers, mas como filme mesmo, TOP3 fácil na minha lista de adaptações cinematográficas de HQs. X-Men First Class é o que todo blockbuster deveria ser: um bom filme!

Nota: 10/10

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Forever Alone…

Publicado: 12/06/2011 em besteiras, vida

Juro que eu tentei, não iria escrever  mais um post lamuriento sobre minha total ignorância nesta complicada esfera do relacionamento humano em função de uma  mera data capitalista. Mas é impossível não ser mentalmente influenciado pelo zeitgeist valentinesco, e cá estou eu, postando minhas romantices babacas.

Eu sou um cara que se apaixona praticamente todo o dia e sempre intensamente. Traço planos, reações e finais, muitas vezes sem que a musa da semana saiba dos meus interesses. Tudo funciona no campo platônico, tudo é lindo e perfeito, o problema é  a realidade cinzenta, sem trilha sonora ao fundo, sem roteiro pronto, sem final feliz. Como disse alguns posts atrás, a expectativa fode com o sujeito, mas saber disso também não ajuda o cidadão em porra nenhuma…

#prontofalei


Piada Velha

Publicado: 11/06/2011 em cinema

Em 2009, Todd Philips me fez chorar de rir com uma das melhores comedias dos ultimos anos. Estruturado como um decente suspense, The Hangover – batizado por aqui como Se Beber Não Case – é uma comédia que surpreende, no final de uma década dominada pelas bombas lucrativas, mas fedorentas dos irmãos Wayans, salvo raras boas exceções, como (todas) as produções do Apatow & cia.

No ano seguinte, Todd segue sua filmografia com o também excelente Due Date (Um Parto de Viagem), com Downey Jr e Galifianakis perfeitos num road movie completamente surtado.

Daí vem o verão americano de 2011, e com ele The Hangover – Part II. De Vegas, somos levados a exótica Bangkok numa segunda despedida de solteiro, obviamente também esquecida por nossos protagonistas. Eu ri com o filme, não vou mentir, o problema é que ele não surpreende mais. Em vez de sequência, ele parece um remake, repetindo a mesmíssima estrutura e situações do seu antecessor.É engraçado e tal, mas não tinha necessidade de existir…

Nota: 7/10

Sabe aquela sensação de que os dias estão passando rápido demais? Poisé.

Talvez  porque meu freela de final de semana tenha se tornado um estágio de semana inteira, ou quem sabe seja resultado da correria de final de semestre universitário, correndo atrás de fichas e provas, o fato é que nestas ultimas semanas, o ritmo da minha vida sedentária acelerou pra cacete. Você pode considerar algo positivo, eu mesmo não estou reclamando, mas sinto falta das madrugadas em claro jogando/lendo/assistindo até os limites do meu cérebro, do paycheck todo final de semana  pra pegar um cinema lá pela quarta ou sexta à noite, das noites de RPG, enfim. Como diria Steve Rogers em Guerra Civil:“O que nós perdemos aqui são essas pequenas coisas que nos fazem quem somos”. A boa noticia é que as férias, (assim como o Inverno) estão chegando e o Rogério old-school poderá voltar a ativa, ou melhor: inativa vidinha nerd de sempre… ou não.

Segue abaixo minha lista de prioridades pop-culturais a serem cumpridas nos meses de junho e julho.

*TENHO QUE VER




**TENHO QUE LER:



Por enquanto é isso aí, comente o que você quer fazer nessas férias e fique com a canção da Banda Mais Bonita da Cidade grudada na sua cabeça agora e até mais!