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Então, em 1964, um físico muito foda conhecido como Seu Higgs deduziu que talvez existisse algo que mantesse TUDO que existe em seu lugar, o que fariam as coisas serem o que são da forma como são.  Os seus amigos cientistas pagaram pau pra ideia  e começaram a chama-la de bóson de Higgs (à propósito, bóson é o  nome que os cientistas dão pra certas partículas que acham dentro do nucleo do átomo – átomo, como vocês devem lembrar em Os Cavaleiros dos Zodíacos são as peças de Lego que formam tudo que vemos e não vemos).

Bom, esse bóson teoricamente funcionaria como uma super-cola universal que permeia e sustenta a natureza. Numa outra referencia nerd, quem lembra da explicação dada ao AT-Field em End of Evangelion?  Quando Lilith vai fazendo a limpa na humanidade, desfazendo o campo AT  de geral e transformando tudo em um imenso oceano de Tang laranja no final? Então, na série o AT-Field funcionaria como essa “cola” que separa eu de você, desse monitor e de tudo mais que existe.

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Se você não viu Evangelion ainda (o que é uma vergonha!), deve ter se perdido um pouco, mas é uma analogia surtada pra entender o conceito.

Voltando a história:  muito foi escrito e estudado sobre o tal bóson de Higgs, até que um pessoal aí construiu um corredor circular gigantesco (mas gigantesco pra porra) pra fazer dois protons se chocarem numa velocidade absurda só pra ver se a teoria do seu Higgs era às vera ou não.

Enterrado entre a Suíça e a França, esse corredor vem chocando partículas desde 2010, mas apenas ontem foi anunciado com 99,8% de certeza  que o seu Higgs tinha razão, afinal: esse bóson (ou algo muito semelhante ao que se esperava dele) existe!

Outra coisa: essa parada de ficar chamando o Bóson de Higgs de Particula de Deus não tem nada a ver. Na real o que aconteceu foi o seguinte: Nos anos 90, um premiado cientista chamado  Leo Lederman resolveu que seria legal mais pessoas conhecerem esse bóson batuta e escreveu o livro  “The Goddamn Particle” (algo como ” ô particula maldita!!!”). Mas o seu editor, muito do filho da puta resolveu que o nome do livro poderia insultar alguns fiéis e teve a GENIAL sacada de mudar o título para “The God Particle” ( A Partícula de Deus).  Aconteceu que o livro foi um sucesso e o bóson de Higgs ficou famoso por essa alcunha zoada. Parabens, champs!!!

Bom, o que eu sei é isso. Devo ter escrito alguma merda, mas em essência é isso aí (eu acho). Sintam-se a vontade pra me corrigirem e tals. Espero ter ajudado a esclarecer mais do que confundido…

UPDATE:  Depois de ouvir o nerdcast #324 sobre o Bóson de Higgs, desaprendi o pouco que achava que sabia. Aos interessados, recomendo que escutem o podcast pra terem uma ideia da complexidade desse tema, clicando AQUI.

Anime Friends 2009

Publicado: 20/07/2009 em animes, eventos

Ontem, pela primeira vez em sete edições do evento, finalmente fui ao Anime Friends!
Sabe, eu já fui um otaku mais hardcore há alguns anos, hoje em dia quase não assisto animes e a maioria dos quadrinhos que compro são americanos, mas é empolgante ver tanto maluco pra todo lado. Mesmo tendo entrado num congestionamento monstro de 2 horas, mesmo tendo esperado quase três na fila de entrada, mesmo tendo me espremido entre stands… Foi legal, mas fica a impressão que se fosse há alguns anos atrás eu curtiria bem mais e reclamaria bem menos (ou não).

Confira abaixo minha singela galeria deste mega evento:

Isso era pra ser uma fila única...
Shinigamis à solta

Padmé perfeita, já o Ben, nem tanto…

Nyu…

Chun-li Wins!!!

Chiiiiiiii!!!!

PS1: muito nego de máscara lá, não dá pra saber se é graça ou medo de pegar gripe A.
PS2: Eu tava com medo, mas não levei máscara.
PS3: Por enquanto, tô bem...

Respect

Publicado: 10/07/2009 em animes, eventos, games, vida

Faz algum tempo que não posto aqui, e claro muita coisa aconteceu de lá pra cá. A coisa mais infeliz foi a morte do MJ… cara, como eu fiquei chocado. Até hoje parece estranho ser verdade, e olha que eu nem era um dos seus fãs mais fervorosos. Tenho uma amiga, a Nataly, coitada, idolatrava o cara pra carvalho. Um dia depois da morte, deu entrevista na Globo e até estampou a capa do Cruzeiro do Sul com os olhos vermelhaços de tanto choro. Vá em paz, Michael!!!


Mas a vida continua, mais chata, mais triste, mas continua.

A melhor coisa que aconteceu desde minha última postagem foi a compra do meu primeiro (e último) PS2. Não sei como vivi tanto tempo sem um. Minha intenção inicial era comprar um PS3, mas é foda pagar R$250,00 num único jogo. Fora que sem uma Full HD na sala não dá pra aproveitar ao máximo a máquina. Então achei mais econômico, sensato e cômodo adquirir um PS2 por enquanto. Em duas semanas, consegui fechar pela primeira vez Resident Evil 4 (em 13 horas, sem Walktrough) e já estou na reta final do primeiro God of War. Antes tarde do que nunca, não é?
E pra fechar….

YATTA!!!!


Finalmente este ano eu vou pra porra do Anime Friends!!! Domingo, dia 18, eu estarei no maior conglomerado otaku da America Latina, movido a Muppy e Doritos pra torrar a grana e conhecer malucos.

Acabei de assistir o primeiro episódio de FMA: Brotherhood, um recomeço na jornada dos irmãos Elric em busca de seus corpos. E cara, tá muuuuito animal!

O reboot tem um bom motivo: o mangá original fez sucesso muito cedo na terra do Sol Nascente, e não demorou para que ganhasse sua série animada. Exibidos entre 2003 à 2004, a versão televisiva desgringolou muito da história dos quadrinhos (a partir do arco do 5° laboratório em diante, todos os eventos e paradas que acontecem são exclusivas do anime) e teve que se virar pra explicar os segredos que ainda seriam resolvidos, criando assim uma espécie de Universo Paralelo dentro da história Na minha opinião, esse Meio e Final Alternativo proposto pela primeira série de TV junto com o movie, ficou foda pra Carvalho, alem de ser mil vezes melhor do que ficar nessa punhação de fillers que não acabam mais pro mangá alcançar o anime (vide Naruto e Bleach).

Bom, o fato é que Brotherhood dá um reset na história pra contá-la do jeito mais fiel possivel em relação ao mangá.
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Nesse primeiro episódio, já somos jogados no meio da ação, onde Ed, Al e Roy unem forças pra capturar um ex-militar chamado Isaac, conhecido como O Alquimista do Gelo, que vem a Central City decidido a matar o Fuhrer Bradley . A batalha é épica: certa altura, esse Isaac evoca um Iceberg gigantesco que destrói metade da cidade. É de explodir cabeças!!!
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Se alguem quiser baixar, tenho aqui três links com legendas em português e em boa qualidade. Vale a pena!

Liberdade

Publicado: 04/12/2008 em animes, colecionaveis, turismo
Aconteceu que quinta feira passada uma amiga de longas eras, retorna para cumprir uma antiga promessa: me levar a maior colônia japonesa do país, a Meca dos otakus brasileiros: o Bairro da Liberdade.

Domingo lá estavamos nos embrenhando em meio à cheirosas barraquinhas de takoyakis, manjus e afins, delirando em infinitas lojas abarrotadas de gashpoons e action figures de todos os animes imaginaveis, todos com seus olhos grandes e brilhantes implorando por uma vaga em minha estante. Quisera eu, ter verba suficiente para atender o chamado de todos, porem meu cargo e bom senso me obrigaram a levar apenas duas peças:

Seiya – Excellent Model (1/8 PVC)

Evangelion New Movie Ver. EX School Uniform Figure Ayanami Rei

Alem de todo consumismo desenfreado, tivemos um momento “espiritual”, que aparentemente parecia sinistro: essa amiga me encontra um tiozinho que se dizia “Porteiro de Deus”. De prima, achei maneiro o jeito que o velhinho pregava, sabe? Ele tinha o dom de fazer as pessoas acreditarem que ele fosse mesmo um tipo de guru ou mensageiro. Mesclou alguma coisa de Teoria de Gaia, com Karma e Cristianismo. Percebi que a ruiva tava precisando daquelas palavras de esperança e retribuição (no sentido cármico), mas meu lado cientista esperou dez minutos pra jogar um baldinho de água fria na fé da coitada (e na minha tambem). Sei lá, depois de um tempo, me pareceu uma mensagem genérica demais, universal, e ele tava fazendo parecer que fosse algo especificamente pra ela, tipo: “eu sei que você está com problemas” e tal, mas na real: quem não tem problemas? Bom, existe a possibilidade do velho ser realmente um arauto divino, mas não me pareceu prova disso durante o sermão. Que eu queime no Inferno se estiver errado…

Enfim, a Liberdade se tornou o meu ideal de cidade, amei tudo e quero morar lá pra sempre!

O Caderno da Morte

Publicado: 28/09/2008 em animes, teatro

Death Note.

Um dos mangás/animes mais phodas de todos os tempos, sucesso que já rendeu 3 Live Action, inumeros bonecos e jogos ganhou agora peça teatral, e o melhor: aqui em sampa… e grátis!!!
Sim, minha cabeça explodiu quando li tambem…
Os culpados são a Cia Zero Zero de Teatro, com direção de Alice K. , O Caderno da Morte promete fortes emoções aos otakus do estado.

O Caderno da Morte – Death Note
De 9 de outubro a 23 de novembro
Quintas e sábados: 20h00
Sextas: 16h00 (a partir de 31/10) e 20h00
Domingos: 18h00
SESI Leopoldina
Rua Carlos Weber, 835 – Vila Leopoldina
São Paulo/ SP(11) 3883-1093- Entrada gratuita

Ficha Técnica
Direção: Alice K.
Adaptação teatral: Cia. Zero Zero de Teatro
Dramaturgia: Bruno Garcia
Direção de Produção: Carla Estefan
Assistente de Produção: Mariana Santos
Figurinos: Patrícia Brito
Cenografia: Laura Marc
Sonoplastia: Greg Slivar
Projeção: André Menezes
Iluminação: Eduardo Albergaria
Material Gráfico: Gustavo Valezi

Elenco: Bruno Garcia (será que é ELE?!?), Miguel Atênsia, Rudson Marcello, Thais Brandeburgo, Vinicius Carvalho.
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Eu TENHO que ver isso…

Bat-anime

Publicado: 03/08/2008 em animes, HQs

Para aqueles que assim como eu, saíram de The Dark Knight sedentos por mais, deixo a dica: foi lançado há pouco mais de duas semanas o DVD Batman: O Cavaleiro de Gotham, uma compilação de seis curtas animados pelos grandes estúdios japoneses.
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As histórias são idependentes entre si, e se passam entre o Begins e o TDK, apresentando novos vilões, como o monstruoso Crocodilo e o apelo do Deadshot. Ao contrário do que foi feito em Animatrix, os animes não tem a intenção de costurar “pontas-soltas”, e sim apresentar o Homem-Morcego na visão nipônica. E com visão, quero dizer só o estilo, já que os roteiros e tramas são obra americana, pra garantir que os episódios não fujam (muito) do universo concebido pelo super Nolan.


Todos os animes ficaram muito bons na minha opinião de otaku, mas meu preferido foi “Working Through Pain” do Studio 4C, que conta na forma de flashbacks sobre como Wayne aprendeu a lidar com sua dor (ou não :P) com uma ex-faquir.
Embora não sejam essenciais, são mais do que obrigatórios para novos e velhos fãs do Cavaleiro Negro!

TOP 5 – Animes

Publicado: 18/06/2008 em animes
Aproveitando a tsunami do famigerado (e bota famigerado nisso) Centenário da Imigração Japonesa, no post de hoje vou fazer um Top 5 dos animes mais phodas do Multiverso (na minha humilde, porem profissional, opinião).
Que rufem os tambores!
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5° lugar: Gyakkyou Burai Kaiji Ultimate Survivor (ou simplesmente Kaiji)
Você pode estranhar um pouco o traço nos primeiros episódios, mas Kaiji é um daqueles animes que primam pela qualidade do roteiro, com dialogos e divagações que fazem sua cabeça explodir.
A história é sobre um homem de 20 e poucos anos, sem perspectiva nenhuma de vida, um vagabundo, que certo dia descobre-se mergulhado em uma dívida astronômica da máfia em razão de um empréstimo que um antigo “amigo” teria feito em seu nome. Desesperado,a própria Yakuza lhe oferece uma chance de ouro de quitar todas as suas dívidas e ainda sair milionário… tudo em uma única noite. É a partir daí que Kaiji inicia suas desventuras em um mundo de perigosas apostas, em busca de um futuro digno.
O plot twist que fez Kaiji Ultimate Survivor entrar nesta seleção é a abordagem dada ao cruel mundo capitalista e a evolução humana dada ao protagonista ao longo da série. A ação acontece toda em nivel intelectual, os conflitos éticos e o discurso filosófico fazem de Kaiji uma verdadeira experiência de vida.
lugar: NHK ni Yokousou (Welcome to the NHK)
Saitou é um hikikomori (uma espécie de timidez social aguda, cada vez mais frequente no Japão), que monta para si uma grande teoria conspiratória para explicar sua atual situação: A NHK – Nihon Hikikomori Kyoukai – seria uma grande organização destinada a transformar o país num reino de hikikomoris (não sei porque, mas esse anime me é terrivelmente familiar…).
NHK é um retrato da época em que vivemos, marcado pela competitividade no mercado de trabalho, a pressão que sofremos por vivermos no contexto atual, nossos compromissos e responsabilidades com a família e sociedade. Entre alguns temas complexos que a série aborda e expõe, alguns de forma mais extensa e outros não, podemos citar a fobia social, o suicídio, a depressão e a violência domestica. Embora a trama comece em um tom leve, no decorrer dos episódios ganhará um tom mais sério, abordando temas como os altos e baixos que enfrentamos ao tentar recuperar a saúde mental de um indivíduo, as escolhas que fazemos para lutar pelo que desejamos e o preço que pagamos.

lugar: Kino no Tabi – The Beautiful World (Kino Travels)
Medalha de bronze para as viagens da jovem Kino e sua motocicleta Hermes, através dos mais exóticos países, de tradições e leis ainda mais surreais. Um dos questionamentos principais de Kino’s Travels diz respeito aos estragos que os humanos têm feito ao mundo como um todo e, por tabela, à própria existência da humanidade em termos físicos, psicológicos e sociais. O trabalho passou a ser considerado algo doloroso, o fanatismo religioso criou legiões de pessoas que não têm pensamentos próprios, e a vida adulta passou a representar uma rotina repetitiva em que é preciso realizar atividades desagradáveis por toda a vida. Na maior parte do mundo de Kino, os humanos adultos vivem como autômatos, trabalhando sem objetivo e sem descanso… algum paralelo com a nossa vidinha atual???
Animes bons pra mim são aqueles que nos fazem refletir, e Kino no Tabi é uma obra-prima nesse sentido.

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“O céu não tem limites, pois é o reflexo da minha alma…”

2° lugar: Cowboy Bebop
Spike Spiegel e Jet Black são caçadores de recompensas, sempre ligados no programa de TV “Big Shot”, um divertido informativo sobre as mais rentáveis “presas” da semana! Vagando pelo espaço na antiquada nave Bebop, Spike e Jet vão à caça de seu ganha-pão, e volta e meia acabam se envolvendo em situações engraçadas, surreais e trágicas. Contando ainda com a presença da bela vigarista Faye Valentine, do inteligente cão Ein e da esquisitíssima hacker chamada Ed, a trupe da nave Bebop pode ser considerada uma família, ainda que um tanto estranha e turbulenta!
Porem, os passageiros da Bebop,buscam não só o dinheiro das recompensas mas, também, acertar as contas com o passado. Cada um possui algum evento mal-resolvido, eventos estes que afetam o presente de todos eles de maneira significativa e se enterlaçam de forma majestosa no gran finale.
O visual é de cair o queixo, com uma junção primorosa de desenhos tradicionais com animação 3D. Sem cair em lugares comuns, Cowboy Bebop consegue a incrível proeza de misturar elementos de drama, comédia, noir e até mesmo western, sem soar forçado. Os episódios são, de certo modo, independentes entre si. É necessário que se assista a toda a série para compreender a história mas, ao contrário do que ocorre normalmente (principalmente em animes), quase não existem ganchos entre um capítulo e outro.
A trilha sonora de Cowboy Bebop é tambem um show a parte, misturando estilos tão díspares quanto jazz, heavy-metal, blues e funk, Yoko Kanno criou talvez a mais eclética trilha sonora de animes da história, trilha esta que funciona muito bem sem as imagens. É ver, ou melhor, é ouvir para crer.
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3,2,1, Let’s Jam!”

De todos, talvez Cowboy Bebop seja o anime menos cabeça da minha lista, mas mereceria até o primeiro lugar se não houvesse O anime em seu lugar…

1° lugar: Neon Genesis Evangelion
Esse é, na minha opinião, o supra-sumo da animação. Evangelion é daqueles animes que dão uma verdadeira tese de doutorado, tamanha a complexidade de seus temas. Sobre o véu de um anime juvenil, com muita ação e batalhas, ao longo de seus 26 (ou melhor,24) episódios, Evangelion se apresenta como um p*ta a anime psico-filosófico, onde seus já não-tão-bem-mentalmente equilibrados personagens iniciam uma trágica queda rumo a insanidade total. Prefiro ignorar os esperançosos 2 episódios finais da série, felizes demais para meu gosto, e aceitar o apocaliptico e verdadeiro final do movie “The End of Evangelion”.


Um pouquinho (só uma introdução, sem maiores spoilers) sobre a trama: A história tem início no ano 2015, 15 anos depois de uma tragédia conhecida como o Segundo Impacto, uma explosão de imensas proporções causada na Antártida no último dia do século XX, o que causou o derretimento da calota polar antártica, o aumento do nível dos oceanos, uma acentuação angular no eixo norte sul da Terra e inúmeras alterações climáticas no planeta. Além disso, essa tragédia eliminou metade da população da Terra.
Depois dessa tragédia, uma agência secreta foi fundada pela Organização das Nações Unidas (supostamente) para prevenir o acontecimento de um Terceiro Impacto, o que significaria o fim da humanidade: a NERV, sediada na cidade de Tokyo-3. Esse evento seria provocado por entidades que foram denominadas Anjos, que surgiriam para atacar a humanidade. O trabalho da NERV era impedi-los, através de robôs humanóides chamados Evangelions, que por sincronia só podem ser pilotados por crianças de 14 anos.

Enfim, só vendo mesmo pra sentir a piração que é Evangelion. Das duas, uma: ou você o odeia com todas as forças, ou vai estar no topo da sua lista de animes favoritos.