Arquivo de abril, 2009

LG Viewty

Publicado: 26/04/2009 em tecnologia

Dias atrás chegou aqui o meu novo celular. Há muito tempo eu não tinha um celular, na verdade acho que esse é o segundo ou terceiro que passa na minha mão. Enfim, é um LG KE990c, vulgo Viewty, cujo principal atrativo (pra mim) é (alem do touch-screen) a resolução de 5 MP da Câmera. Alem disso, reconhece o formato DivX, que garante horas de diversão com minhas séries preferidas em alta-resolução. Os jogos (que não vieram inclusos) são altamente viciantes e não ficam devendo muito para os portateis da ultima geração. Abre arquivos de word, powerpoint, excel e até PDFs.

Mas como nem tudo são flores, o Viewty tambem tem seus pontos baixos, aliás muito baixos: o fone de ouvido é ridiculo de fraco, audivel se você tiver sozinho a noite, mas tipo num ônibus ou no meio da cidade, no way. Não tem conexão wi-fi, o que é uma pena nos dias de hoje, nem faz ou recebe chamadas em 3G, pena tambem. Ainda não testei a conexão online dele, mas sei que dá pra postar aqui, no twitter, flickr e upar videos direto no You Tube. Pensando em comprar um modem pra ele, mas não sei se vale o custo.

Em tempo: tô aqui na contagem regressiva pra Wolverine Origins semana que vem. Altas expectativas!!!

Anúncios

Presságio

Publicado: 19/04/2009 em cinema

Sabe uma coisa que me incomoda em filmes apocalipticos? É que eles sempre acabam contornando o problema e o mundo (como um todo) nunca acaba realmente. No máximo morrem lá uns poucos milhões e fica por isso mesmo, sem falar na lição de moral: cuidem do meio ambiente ou cuidado com as armas nucleares ou coisa do tipo.

Um Apocalise true não pode ser evitado pelo governo dos EUA ou pelo Bruce Willis, e é por esse motivo que Presságio (Knowing, 2009) me agradou tanto. A inevitabilidade matemática das previsões mesclada ao conceito de uma Nova Gênese, o brutal realismo das tragédias e o climão de “agora fudeu” que dirige o filme do meio para o explosivo fim me fez acreditar que aquilo realmente poderia acontecer. Acho que foi esse determinismo, sem heróis ou vilões que tornou o filme tão instigante e divertido pra mim.

Invasão Secreta

Publicado: 16/04/2009 em HQs

Acabei de receber uma ligação: só volto ao trampo terça, isso se não ligarem segunda pedindo pra voltar na outra semana…Já tô nessa folga há 10 dias e quer saber: tô adorando! Já deu pra botar minhas séries preferidas em dia (em tempo: LOST está muito bom!), assistir a um mundaréu de filmes (destaque pra Rain Man e Estranha Familia, ambos excelentes) e ler HQs a dar com o pau.
Bom, basicamente o post é pra festejar o inicio do Grande Evento Marvel do Ano (aqui no Brasil): a saga Invasão Secreta!


Skrulls pra quem não sabe, são uma raça alienigena metamorfa que há muitas décadas vem atazanando as vidas do gigantesco panteão heróico da Casa das Idéias. Em sua forma original, são humanóides de pele verde, orelhas pontiagudas e com uns três ou quatro queixos. Problema é identificar essas pragas, que nunca estão nessa sua forma natural. Alem de poder copiar a aparência física de qualquer um, os skrulls tambem podem replicar as habilidades especias e até memórias de suas vitimas.


Então que tem inicio uma grande e silenciosa invasão de skrulls ao mundo, agora completamente indetectaveis e por isso, ainda mais perigosos. O grande barato dessa nova saga é a questão da confiança: se qualquer um pode ser um skrull infiltrado, não se pode contar com ninguem, e sozinho, não dá vencer uma guerra.

Invasão Secreta #01 já está nas bancas pela Panini, ao todo serão 8 edições mensais por R$7,00 cada.

Jovem Ainda: Susan Boyle

Publicado: 14/04/2009 em música, series

Senhoras e senhores, conheçam Susan Boyle!

http://www.youtube.com/get_player

A mais nova sensação do Britain’s Got Talent derrubou queixos ao redor do mundo em sua primeira apresentação televisionada pelo reality show no último sabado, levando o juri e toda uma platéia inicialmente descrente de seu potencial às lágrimas numa performance nada menos que cinematográfica.

Acabei de assistir o primeiro episódio de FMA: Brotherhood, um recomeço na jornada dos irmãos Elric em busca de seus corpos. E cara, tá muuuuito animal!

O reboot tem um bom motivo: o mangá original fez sucesso muito cedo na terra do Sol Nascente, e não demorou para que ganhasse sua série animada. Exibidos entre 2003 à 2004, a versão televisiva desgringolou muito da história dos quadrinhos (a partir do arco do 5° laboratório em diante, todos os eventos e paradas que acontecem são exclusivas do anime) e teve que se virar pra explicar os segredos que ainda seriam resolvidos, criando assim uma espécie de Universo Paralelo dentro da história Na minha opinião, esse Meio e Final Alternativo proposto pela primeira série de TV junto com o movie, ficou foda pra Carvalho, alem de ser mil vezes melhor do que ficar nessa punhação de fillers que não acabam mais pro mangá alcançar o anime (vide Naruto e Bleach).

Bom, o fato é que Brotherhood dá um reset na história pra contá-la do jeito mais fiel possivel em relação ao mangá.
_

Nesse primeiro episódio, já somos jogados no meio da ação, onde Ed, Al e Roy unem forças pra capturar um ex-militar chamado Isaac, conhecido como O Alquimista do Gelo, que vem a Central City decidido a matar o Fuhrer Bradley . A batalha é épica: certa altura, esse Isaac evoca um Iceberg gigantesco que destrói metade da cidade. É de explodir cabeças!!!
_

Se alguem quiser baixar, tenho aqui três links com legendas em português e em boa qualidade. Vale a pena!

A semana por aqui

Publicado: 10/04/2009 em cinema, dinheiro, RPG
Nesta semana só trabalhei na segunda. A desculpa era que o material estava preso no aeroporto, mas pelo visto deve ser uma questão de pedido mesmo, já que só volto (possivelmente) na quarta que vem. Se parar por aí, devo 5 dias pra empresa que serão saldados em 5 dolorosos e cansativos sábados do meu ano.

Sábado passado fui ver Monstros vs Alienigenas, e bom, não é um Pixar, mas dá pro gasto. É engraçado, cheio de referências nerds e claro, 3D! Pena que o cinema do Esplanada não oferecia o óculos na entrada, o que acabou com metade da minha graça pra ver o filme. É triste ver cenas montadas para serem divertidas/assustadoras em 3D sem óculos 3D. Pior que a nova remessa de animações que estão por vir usarão essa tecnologia e não tem um cinema nessa roça de cidade preparado pra ela. Mas o filme é bom (bom como Shrek, não Wall-E).

Quero meu óculos 3D!

E agora, uma linha de silêncio em memória à Dave Arneson, que chegou a -10PVs na noite de ontem devido a complicações com cancêr.

__________________________________________________________

Junto com Gary Gygax (falecido ano passado), Dave foi co-criador do sistema Dungeons and Dragons, proporcionando aos nerds do mundo inteiro inumeras amizades, alem de infinitas horas de diversão. Devo muito a esse cara. Nos vemos em outra vida!

John’s Connors

Publicado: 08/04/2009 em cinema

Revendo a trilogia Exterminador do Futuro e aproveitando o hype do novissímo Salvation, resolvi compilar aqui todas as versões já apresentadas do já mítico salvador da humanidade. No primeiro longa, passado (no presente) ano de 1984, Connor ainda não havia nascido e como tambem não somos apresentados diretamente à ele no futuro, pulemos ao segundo filme (Judgement Day), aonde temos três versões de Connor:

Dalton Abbot, rapidamente como Baby Connor (possivelmente entre 2 ou 3 anos) na assustadora cena (sonhada) do playground.

Estrelando: Edward Furlong como Kid Connor (1995, 10 anos)…

E com participação especial de Michael Edwards como Old Connor (2029, 43/44 anos)…

No terceiro (e terrível) Rise of Machines, estamos (cronologicamente) em 2004, com Nick Stahl como Young Connor (18/19 anos).

Fora do cinema, temos ainda a série Sarah Connor’s Chronicles, ignorando a caca de T3, estamos em 1999, com Thomas Dekker como Teen Connor (15 anos). Ainda não vi nem um episódio… mas irei.

E pra fechar, temos Christian Bale no ano de 2018 como Ultimate Connor (entre 33 e 34 anos) em Terminator: Salvation, que (segundo o diretor McG) abrirá uma nova trilogia desta antológica história do cinema moderno.

Terminator: Salvation tem estréia nacional prevista para 5 de Junho nos cinemas.

No presente, começo a escrever um post sobre a noite de ontem. 21 horas no passado, estou prestes a iniciar uma maratona de shows madrugada adentro. 15 minutos mais tarde uma banda de classic rock abre a noite com Help. 30 minutos no futuro, estou voltando da padaria, cogitando se valerá a pena ir pro cinema hoje a noite. No presente, estou sentado em frente ao monitor, redigindo este post. 20 horas no passado, uma nova banda se apresenta, e eu começo a me empolgar. No presente, eu continuo sentado em frente ao monitor, redigindo este post. 17 horas no passado, sobe ao palco um cover do Guns n’ Roses. São péssimos, mas mesmo assim choro e me esguelo quando tocam Don’t Cry. No presente, ouço um grito de gol vindo da sala, meu time acaba de virar o jogo. 25 minutos no passado, começo a escrever um post sobre o dia de ontem. 16 horas no passado, o grande show da noite começa: Aerosmith Fever, cover oficial da America Latina. 15 horas no passado, estou sem voz, extasiado com o espetáculo que acabei de presenciar. No presente, finalizo este post em frente ao monitor, de saco cheio de calcular o tempo e bancar o Dr. Manhattan.

The Real Folk Blues

Publicado: 01/04/2009 em música, vida

Eu já tinha uma velha gaita quando um velho amigo veio com a dele. Não sei se foi por mera rivalidade masculina ou alguma inspiração musical, o fato é que me interessei por aprender a tocar este aparentemente simples instrumento. Como comentado no meu post sobre o Dia do Rock (leia-o denovo aqui, se quiser), nunca tive muita cordenação motora para violas ou guitarrras, já no caso da gaita, acho que talvez, se eu me dedicar um pouco (e eu estou me dedicando), eu possa vir a produzir algo semelhante a música daquela caixinha. Então se tudo o mais der errado na minha vida, eu viro músico.