Bate-Papo com José Mojica Marins

Publicado: 30/10/2010 em evento

Quem lembra do Cine Trash que passava as tardes na Band?

Ontem, 30 de outubro tive a oportunidade de conversar com o cultuado cineasta José Mojica Marins, vulgo Zé do Caixão. Ele foi convidado pelo evento Letras Assombradas para um bate-papo sobre o cinema de terror. Uma coisa engraçada é que eu fiquei defendendo a semana inteira o Mojica, que ele não era o Zé do Caixão 24 horas por dia, que este era apenas um personagem e tal, mas tudo caiu por terra quando ele chegou rogando sua clássica maldição (o que não deixa de ser irado), e depois enquanto respondia as perguntas exatamente como seu alter-ego.  Ele falou sobre 2012, seu filme favorito (O Bebê de Rosemary, de Polanski), seu reconhecimento no exterior, sua justificavel repulsa pela série Crepusculo, alem de seus proximos projetos cinematográficos: o Sete Ventres Para Um Demonio, continuação direta de Encarnação do Demonio, e Corpo Seco, sobre um folclorico personagem de Minas Gerais.

Perguntei a ele o que achava dos rumos que o Cinema de Terror estava tomando, com o susto sendo substituido pelo nojento (gore) e os monstros pelos psicopatas. Ele respondeu que o terror está na surpresa, na inovação e que está cada vez mais dificil assustar as pessoas hoje em dia.

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